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Substituir os recursos energéticos derivados de combustíveis fósseis, não-renováveis, como o petróleo e o carvão, por fontes renováveis de energia, como a eólica, a solar e a originária da biomassa.
Consumir a energia elétrica de maneira mais eficiente. Isso vale tanto para a indústria quanto para você ao acender uma lâmpada ou tomar banho. Saiba aqui como reduzir sua emissão de CO2.
Capturar, por meio de ações físicas e químicas, o CO2 emitido nos pontos de produção ou transformação de energia e armazená-lo em poços de petróleo e gás ou nas profundezas dos oceanos. Esta é a técnica mais recente.
Diminuir o desmatamento. No Brasil, o desmatamento da Amazônia é responsável por 2/3 das emissões de gás carbônico do país.
Plantar árvores. Durante o crescimento, as plantas absorvem o gás carbônico da atmosfera por meio da fotossíntese. A Iniciativa Verde aposta nesta opção, conhecida como seqüestro ou compensação de carbono.
Existe uma força-tarefa global para desacelerar o agravamento do efeito estufa. A eficiência no consumo energético e a substituição dos combustíveis fósseis por fontes de energia renováveis têm sido as maiores apostas ao redor do planeta. Isso porque, a matriz energética dos países desenvolvidos, como os Estados Unidos, são os combustíveis fósseis, em especial, o carvão mineral. O caso do Brasil é diferente. Cerca de 80% da energia produzida no país vêm das hidrelétricas - que geram uma emissão de carbono média de 0,02 tC/MWh (toneladas de carbono por mega watt/ hora), contra os bem mais altos 0,36 tC/MWh emitidos quando a fonte energética é o carvão mineral. Ou seja: por mais que sejam bem-vindas, as duas primeiras alternativas não seriam suficientes para mudar o quadro das emissões brasileiras de carbono. Por outro lado, o país dispõe de clima favorável ao crescimento de florestas e grandes áreas cultiváveis, inclusive matas a espera de serem recuperadas.